ins pirações

Hoje o encontro foi lunático. A lua mesma sorria, na beira da água fria, a gente entendeu que ao mar Deus deu abismo e perigo, mas nele espelhou o céu. O céu que olhamos e que falou com a gente.

A pergunta era, qual o limite do querer? Por que não querer sem limites? Perder-se no limite, talvez não seja o que buscamos. Não queremos nos perder, mas não vamos nos agarrar a nada.

Me ensinaram um dia que eu deveria falar EU quando estivesse me referindo ao que acontece por aqui. Então por que eu não posso querer sem limite e me entregar a tudo esperando o melhor, o que vai entrar e me transformar sempre, pra que eu, em processo de mutação caótico, daquele caos explosivo que dá origem as coisas, entre dentro de cada uma das coisas que entrarem em mim…

Ai, que sede de infinito!

Obrigada, Pai, pelas flores do caminho. Pelo caminho. E pelos meus pés e a capacidade do meu corpo de ir ali e aqui e aí… Muuuuitissimamente muito obrigada! 😀 😀 😀 😀

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2 Respostas para “ins pirações

  1. Isso, isso… Descrição perfeita do que foi o momento…. E que outros venham!!

  2. Agradecer por aquilo que se é consciente de possuir: acho que esse é um dos mais importantes caminhos que existem. Assim como saber a verdadeira importância do caminho, do riso, das falas soltas mas contundentes das flores e de nós mesmos é a grande e infinita gama de possibilidades intrinseca nisso tudo. Cada vez mais que me derramo sobre essas, fico mais feliz e excitada com a idéia de que mais derramamentos virão…

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