Paranoid.

Quando a gente pense que detém algum controle, vem o mar e água tudo; levando inclusive a mim mesma. Vejo por entre janelas, algo que ninguém nunca viu. Eu só queria dizer a esse mundo louco, que a substância que há dentro de mim é a que há dentro de todo mundo. E eu sou igual ao mundo todo, sem pedaço nenhum que não seja isso.

Chamaram-me de egoísta libidinosa. Pareceu comigo mesmo e eu confirmei. Mas também consigo penetrar nos meus outros egoísmos. Parei pra ver e tinham lá muitos, mas muitos outros. O que chamam de amor em mim é tão grande, que me sinto egoísta se sentir tudo isso sozinha.

Estou triste porque a realidade é dolorida e eu sensível demais pra não sofrer. Sensível demais pra não desejar aquela mão por passando por meus cabelos quando chega a noite e eu sinto calor. A distância acaba com meu resto de músculo oco bombeador  de sangue. Me deixa fria e distante. Sem lágrimas. E cheia de amor…

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Uma resposta para “Paranoid.

  1. Gostei do “amor em mim é tão grande que me sinto egoísta se sentir tudo isso sozinha” . Me convenceu que o Rohden está enganado, e que vc não é uma egoísta, somente libidinosa!!! rsrsr! Vamos liberar a libido e compartilhar a felicidade!!! Saturnine, figuraaaaaaaaaa!! Apoiada!

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