Percorrendo o caminho?

Por que universos passeam meus pensamentos? O que fazer às  7 da noite em uma selva de pedras com praia? Tantas possibilidades, quase infinitas. E dentro dessas várias paredes que me cercam? Mas não são elas que me cercam, mais alguma outra coisa que ainda não sei. Uma coisa não palpável, uma coisa que foi feita de escolhas e que pode ser mudada assim com as velas em favor do vento. Pra que lado estão minhas velas? Pra que lado sopram os ventos da minha vida? Talvez eu queira um tufão, que me arrebate do chão, que mude a rota de minhas escolhas, ou talvez eu queira continuar um pouco mais nessa rota, observando as fronteiras. O que quero afinal? Estar sempre querendo alguma outra coisa diferente da que me é oferecida? Que mente insaciável e boba, desatenta às lições  advindas desse caminho. Devo estar atenta ao meu caminhar, ao invés de só passar por essas veredas desejando incessantemente outro trilhar. Agradeço, então, à rota bem-dita que percorro agora. E aprendo que é por ela que deve passar meu caminhar errante pra se tornar um acertante andar.

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